Oficina de textos

A árvore da ilustração é de tijolos. Parece um edifício maluco. Ela foi imaginada por um artista. Ele queria desenhar uma árvore muito diferente.

Desenhe, tu também, a tua árvore e mostre aos teus colegas.

Escreva uma história sobre ela.






O USO DE MAPAS

Os mapas são representações gráficas do espaço constituídas por 3 elementos básicos: escala, projeção e simbologia. Resultam de um conhecimento acumulado de informações e técnicas desenvolvidas por uma sociedade. Estão presentes em Atlas, revistas, jornais e noticiários de TV, gabinetes de políticos e empresários. São usados por economistas, urbanistas, engenheiros, militares e outros profissionais, bem como por turistas. São portanto recursos bastante importantes para localizar, informar ou orientar-se no espaço, desde que o indivíduo saiba interpretá-lo.
 
A utilização de mapas pressupõe, por parte dos alunos, capacidade de abstração, pois representam a realidade através de símbolos. Não é uma tarefa simples, sendo necessário desenvolver algumas habilidades e conhecimentos; atividades como pintar estados, países e municípios, copiar mapas ou colocar nomes em rios são tarefas mecanicistas que não levam à formação de conceitos da linguagem cartográfica. Segundo Almeida (1994) esse trabalho de interpretação deve iniciar pela construção de seu próprio mapa com a codificação dos elementos do espaço ao seu redor para, posteriormente ler os mapas feitos por outras pessoas.
 
Dessa forma, (...)propomos um trabalho a ser desenvolvido de forma lenta e gradual a fim de que os alunos construam as relações espaciais, tomando consciência do mundo físico e social. No início o aluno age como mapeador: representa a realidade física e social através de símbolos convencionados por ele e pela classe. Quando adquire a consciência da representação, torna-se um usuário, aquele que lê e interpreta mapas elaborados por outros.
Agindo como mapeador do seu espaço, o aluno passará pelo processo de levantamento de dados, classificação, comparação, redução e estabelecimento de signos, o que contribuirá para a compreensão das informações, melhorando seu raciocínio lógico.
A representação espacial através de símbolos é freqüente na Geografia, Astronomia, Arquitetura, no estudo do corpo humano e em outras áreas do conhecimento. No nosso trabalho ela é usada como introdução à compreensão tanto do ambiente externo quanto do nosso corpo, cabendo ao professor selecionar os tópicos que convém à finalidade de sua proposta.

Bibliografia
ALMEIDA, R.D. (2001) Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. São Paulo: Ed. Contexto.
ALMEIDA, R.D. & PASSINI, E.Y. (1994) O espaço Geográfico: ensino e representação. São Paulo: Ed. Contexto.
CORRÊA, S. M. M. (1999) Cartobrincando: Estudo das noções básicas sobre cartografia através de jogos. Revista do Professor, Porto Alegre, 155 (57): 25-30, jan/mar.1999.
RUA, J. et all (1993) Para ensinar Geografia. Rio de Janeiro: ACCESS Editora.
 
Fonte: http://www.cdcc.usp.br

1. LATERALIDADE

DESENVOLVIMENTO DAS PRIMEIRAS NOÇÕES DE REFERÊNCIA ESPACIAL (LATERALIDADE)

O domínio da lateralidade, ou seja, a percepção das relações direita/esquerda, frente/atrás, em cima/embaixo, varia de acordo com o ponto de vista de quem observa ou conforme uma determinada referência, é o primeiro passo para a construção das relações espaciais.
 
A construção dessas noções pela criança tem como ponto de partida o próprio corpo (a sua direita e sua esquerda). Mais tarde, em um processo gradativo de descentralização, considera a esquerda e a direita de pessoas à sua frente, para finalmente considerar o posicionamento dos objetos em relação uns aos outros, a ela própria ou a outras pessoas. Somente após o estabelecimento das relações é que a criança terá condições de entender o que é orientação através dos pontos cardeais e colaterais.
Este primeiro tópico pretende desenvolver orientações baseadas na constituição física do corpo humano, a partir de convenções estabelecidas socialmente (direita, esquerda, em cima embaixo, trás, frente).

Material
Papel pardo ou cenário
Papel rascunho
Lápis e material de pintura






Sugestões de perguntas
  • Se eu estiver de frente para meu amigo, a mão direita dele está do mesmo lado que a minha?
  • E se ele estiver de costas para mim?
  • Se eu olhar para o espelho, a mão direita da minha imagem está do mesmo lado que a minha?
Hipóteses possíveis:
  • Se eu estiver de frente para o meu amigo, sim.
  • Se ele estiver de costas para mim, não.
  • Se eu olhar para o espelho, a minha mão direita esta do lado oposto.
Obs: a verificação destas hipóteses deverá ser feita no final deste tópico, depois que os alunos realizarem as atividades propostas. Se os alunos já dominarem este conteúdo, não existe necessidade de realizar estas atividades.
 
1.1. O banho

 
Objetivos:
· Verificar se os alunos apresentam o domínio da lateralidade;
· Através da estimulação tátil, tomar consciência de seu predomínio lateral para a direita e esquerda (lateralização), contribuindo para o estabelecimento das relações projetivas.
Material: um pedaço de papel para cada criança
Desenvolvimento: O professor coordena a atividade levando os alunos a dramatizarem um banho. Terão que imitar os movimentos de tirar a roupa, ligar e desligar o chuveiro e se ensaboar com a ajuda da bucha (folha de papel amassada), esfregando as partes do corpo:
- esfregar o lado de cima; - esfregar a parte de trás da cabeça;
- esfregar o lado direito da cabeça;
- esfregar a orelha esquerda;
- esfregar o braço direito e a perna esquerda;

Depois de esfregar o corpo todo, devem se enxaguar e enxugar (com o papel desamassado), podendo ser feita da seguinte maneira:
- enxugar todo o lado direito do corpo; - enxugar todo o lado esquerdo do corpo;
- enxugar toda a parte da frente do corpo;
- enxugar toda a parte de trás do corpo.
1.2. Localizando o eu
  Objetivo:
· Tomar consciência de sua estatura, da posição de seus membros e dos lados de seu corpo.
Material: papel grande (um para cada aluno), lápis.
Desenvolvimento: Aos pares, os alunos se alternam para fazer o mapa do próprio corpo. O aluno A deita-se sobre a folha de papel, enquanto o aluno B risca seu contorno. Depois, os papéis se invertem. Na segunda etapa, cada aluno nomeia as partes do próprio corpo, escrevendo ou colando etiquetas.
Após explorar bastante esses elementos, cola-se um barbante na testa dos alunos (dividindo o corpo em duas partes) com durex e pede para identificarem seu lado direito (podendo fazer uma marcação). O mesmo é feito no contorno, com o aluno posicionado na cabeça da representação (sem espelhar). Depois de identificados os lados do seu corpo e do contorno, o professor dá comandos para os alunos identificarem as partes de cada lado do corpo no contorno, da seguinte forma:
- pulem no ombro direito;
- pulem no joelho esquerdo;
- com o pé direito, pulem no pé esquerdo;
- pulem na orelha esquerda;

1.3. As duplas

 
Objetivo: Identificação da lateralidade de outros elementos, a partir de diferentes movimentos.
Material: nenhum
Desenvolvimento: Aos pares, um aluno de frente para o outro, realizará movimentos coordenados de acordo com os comandos do professor:
- Dêem a mão direita;
- Ergam o braço esquerdo;
- Toquem com a mão direita, o pé esquerdo do companheiro;
- Pulem com o pé esquerdo;
- Com a mão esquerda, toquem o pé esquerdo do companheiro;
Obs: Desenvolver as atividades para comprovação ou não das hipóteses elaboradas no início do tópico.

2.CONSTRUÇÃO DAS PRIMEIRAS REPRESENTAÇÕES ESPACIAIS (O CORPO)

Partindo do princípio de que a criança constrói seu conhecimento a partir de estruturas conhecidas, este tópico propõe atividades de representação espacial utilizando o próprio corpo como espaço a ser mapeado. Entende-se que a partir de um trabalho com o esquema corporal, explorando as noções de lateralidade e proporcionalidade por meio do mapa do próprio corpo, a criança construirá a ligação entre o concreto e a representação, dando condições de utilizar essas noções em outras representações.
Ao mapear o próprio corpo, o indivíduo toma consciência de sua estatura, da posição de seus membros, dos lados de seu corpo. Ao representá-lo, terá necessidade de realizar procedimentos de mapeador: classificação, generalização e seleção de elementos mais significativos.

Material
Papel pardo ou cenário
Folha de sulfite
Lápis e material de pintura

 Sugestões de Perguntas
· Desenhe como seria você quando deitado no chão, de frente e de costas.
· Indique nos desenhos a perna e o braço esquerdos.
Hipóteses: desenhos dos alunos
Atividades sugeridas para comprovação ou não das hipóteses levantadas
2.1. Mapeando o eu


Objetivo: Realizar representações de elementos conhecidos.
Material: papel pardo e lápis de cor
Desenvolvimento:
  • Registro (escala 1:1): aos pares, os alunos se alternam para fazer o mapa do próprio corpo. O aluno A deita-se sobre o papel, enquanto o aluno B risca seu contorno, de frente e de trás.
  • Perspectiva: identificar nas figuras: em cima-embaixo, frente-trás e direita-esquerda.
  • Simbologia: criação coletiva de códigos que representem cada um dos elementos de referência identificados.
d) Representação: representar, no papel, os códigos convencionados.
2.2. Reduzindo o eu

Objetivo: Perceber que o real pode ser representado em tamanhos diferentes, desenvolvendo dessa forma, as primeiras noções de escala.
Material: folha de sulfite, lápis de cor
Desenvolvimento: Transferir o mapa produzido anteriormente para a folha de sulfite. Pronto o desenho, discutir os resultados, a fim de perceberem as possíveis alterações ocorridas, bem como dificuldades de leitura da representação.

3.REPRESENTANDO ESPAÇOS CONHECIDOS

Baseada na idéia de que o aluno deve construir noções espaciais elementares através de ações no espaço conhecido, esta etapa sugere a construção da maquete da sala de aula, servindo de base para se explorar a projeção dos elementos do espaço vivido (sala de aula) para o espaço representado (planta); as relações espaciais topológicas desses objetos em função de um ponto de referência; desses objetos entre si; e dos mesmos em relação aos sujeitos (alunos). 
A construção da planta da sala tem uma característica fortemente simbólica. Trabalhando as noções de projeção e representação simbólica, serve de ponte entre o espaço real e sua representação gráfica. Através da representação gráfica torna-se possível perceber os diferentes níveis de redução do tamanho real representado, compreendendo os princípios de equivalência e proporcionalidade.

Material Sucata
Lápis e material de pintura
Tesoura
Barbante
Sulfite,Régua


Sugestões de perguntas
  • Desenhe a sua sala de aula.
  • Indique no desenho a frente da sala, o fundo e os lados direito e esquerdo.
Hipóteses: desenhos dos alunos
Atividades sugeridas para comprovação ou não das hipóteses levantadas
 
3.1. Construção da maquete da sala

Objetivo: Representar no concreto a sala de aula com todos seus elementos constituintes.
Material: Sucata (caixa de papelão do formato que se aproxime da forma da sala, caixas de fósforos vazias, retalhos, copos de iogurte, caixas de remédios), régua, lápis e materiais de pintura, cordão ou barbante e tesoura.
Desenvolvimento: Os alunos deverão observar a sala de aula para identificarem os objetos que se encontram em seu interior e estabelecerem sua localização em função dos pontos de referência (porta, janela etc).
Num segundo momento deverão confeccionar a maquete com os objetos em seu interior, conservando a mesma posição que ocupam na sala:
- andar pela sala para observar o seu tamanho, objetos, mobílias; - escolher a caixa cujo tamanho e forma possam representar a sala;
- recortar as janelas e portas (observar a posição);
- contar o número de carteiras;
- selecionar objetos (sucata) que possam representar os elementos presentes na sala e prepará-los para que se assemelhem mais ao real.
Estando pronta a maquete, o professor deve explorar os elementos de localização, através de deslocamentos pela própria maquete. Inicialmente, a partir de sua posição na sala, o aluno projeta-a e passa a localizar a posição de seus colegas, identificando quem senta à sua frente, atrás, à sua direita e à sua esquerda.
Posteriormente, podem usar outros referenciais, que não sua posição. O professor traça uma linha no centro da classe no sentido do comprimento, dividindo a sala em duas partes (lado da porta e da janela); traça outra linha no sentido da largura (frente e trás).
A localização das posições será feita pela projeção dessas linhas na maquete. Assim cada aluno identifica sua posição, de sua professora, de seus colegas e mobílias em relação aos quadrantes, por exemplo: sua carteira está no lado da frente e da porta.
Os quadrantes podem servir de referência para deslocamentos, como: se o aluno A trocar de lugar com o aluno B em que quadrante ficará?
3.2. Elaborando a planta da sala de aula
 
Objetivo: Através de representação gráfica, perceber diferentes níveis de redução do tamanho real representado, compreendendo os princípios de equivalência e proporcionalidade.
Material: papel sulfite, lápis, barbante e régua.
Desenvolvimento: a partir da observação da maquete, os alunos desenharão a sala de aula vista de cima, incluindo seu contorno. Depois, através de comparação entre os desenhos, verificar quem reduziu mais ou menos e comparar com o tamanho normal.
Uma segunda planta da sala pode ser feita, obedecendo à escala. Para isso, os alunos poderão medir as paredes com um barbante ou corda. Em seguida, dobrarão o barbante tantas vezes quanto for necessário até que caiba no papel. Esse pedaço de barbante será a medida da parede; a escala será representada pelo número de vezes em que o barbante foi dobrado. As carteiras devem ser medidas e reduzidas igualmente à parede, assim como as portas, janelas e demais elementos da sala.
Esta atividade deve ser desenvolvida sem pressa, e se o aluno não compreender a relação da redução proporcional, fundamental para a compreensão da noção de escala, devem ser desenvolvidas outras atividades.

4. CONSTRUÇÃO DE MAPAS BÁSICOS


 Todo espaço encontra-se integrado em espaços mais amplos, estabelecendo assim, uma continuidade espacial, mantendo inter-relações sociais, naturais, econômicas etc. É agindo no espaço e mapeando-o que o aluno perceberá essa continuidade e integração.
Ao incluir os espaços estudados anteriormente (o corpo e a sala de aula) no espaço do prédio escolar e junto a este, no bairro, a criança estará construindo noções de inclusão, continuidade e vizinhança.
Nesta seqüência, os alunos estarão manipulando plantas produzidas por outros e representando nestas, elementos do quotidiano. Ao reutilizá-las com a legenda, haverá um reforço da relação significante/significado, eles estarão lendo a planta através de seus significantes porém, traduzidos para o seu significado.

  Material
Planta do prédio da escola
Planta do bairro
Sulfite
Lápis e material de pintura
Régua


Sugestões de Perguntas
  • Desenhe o trajeto que você faz para ir da sua sala ao refeitório (ao banheiro, à quadra, à sala do diretor, outros).
  • Desenhe o trajeto casa-escola e identifique alguns pontos de referência (praça, nome de rua, farmácia, super mercado, outros).
Hipóteses: desenhos dos alunos.
 
Atividades sugeridas para comprovação ou não das hipóteses levantadas
 
4.1. Prédio da escola
 
Objetivo: Realizar atividades de leitura, interpretação e mapeamento de espaços, a fim de construir noções de inclusão, continuidade e vizinhança.
 
Material: Planta oficial do prédio da escola, papel sulfite, material de pintura.
 
Desenvolvimento: Percorrer o prédio e reconhecer as salas e suas respectivas funções, com a planta em mãos. Em sala de aula deverão criar símbolos (cores ou signos) para as funções e elaborar a legenda.
Percorrer de maneira imaginária a planta, fazendo vários trajetos: ida à biblioteca, diretoria, bebedouro e outras salas. Reconhecer os espaços a partir do deslocamento: qual a sala em que você passará logo após a nossa, indo para a esquerda? (vizinhança). Quais as salas que ficam deste mesmo lado do corredor? (continuidade). Quais as salas que ficam neste andar? (inclusão).
 
4.2. Caminho Casa-escola
 
Objetivo: Observar o caminho casa-escola, reconhecendo nomes de ruas, tipos de estabelecimentos e direções.
 
Material: Xérox da planta do bairro, lápis e material de pintura.
 
Desenvolvimento: Inicialmente, os alunos farão o desenho do caminho percorrido diariamente de sua casa até a escola. O professor deve orientá-lo a colocar o nome das ruas e os pontos de referência (através de símbolos e signos) importantes, bem como a legenda, para que sua casa possa ser localizada.
Num segundo momento, o aluno deve reconhecer o caminho que faz diariamente, no xérox da planta do bairro e transcrever o desenho que fez, na planta.
O professor pode colocar a planta grande do bairro no mural para que os alunos mostrem e marquem (com um alfinete de cabeça) a localização de sua casa e o caminho que faz.
A planta do bairro com alfinetes mostrará a dinâmica do espaço, será uma planta com ocupação humana. Os deslocamentos diários (casa-escola, casa-trabalho) ou esporádicos (casa-compras, casa-parentes, casa-lazer), também podem ser explorados.
Outra possibilidade ao mapear o trajeto casa-escola é a comparação de distâncias percorridas ao visitar as residências dos demais colegas, e escolha de percursos mais rápidos para se chegar a um destino.
 
4. 3. O bairro
 
Objetivo: Observar o bairro em que a escola se insere, reconhecendo e representando na planta seus principais atributos, estabelecimentos, problemas etc.
Material: xérox da planta do bairro, lápis e material de pintura.
Desenvolvimento:
1. Localizar, na planta: a escola, informações sobre o quarteirão da escola, praças, caminho casa-escola, estabelecimentos e nomes de ruas;
2. Através de passeio pelo bairro, observar os serviços (escolas, bancos, postos de saúde, correios etc), residências, casas comerciais, indústrias, fluxo de carros, ônibus e “problemas do bairro”.
3. Em sala, selecionar os principais elementos observados e escolher um símbolo para representá-los no mapa. Representar e criar a legenda.
4. Fazer um painel com os problemas do bairro observados pelas crianças, selecionar os principais e representá-los.

5.ELABORAÇÃO DE MAPAS TEMÁTICOS

Uma das funções do mapa é informar. Para tanto, este deve ter clareza do que está sendo representado; muitas informações contidas num mapa dificultam a leitura. Neste caso, os mapas temáticos são as melhores formas de representação, pois são construídos a partir de temas específicos como população, recursos minerais, clima.a elaboração de mapas temáticos facilita a interpretação, já que indica ao leitor um único assunto representado. 
A simbologia usada no mapa também é um recurso que pode facilitar ou não sua interpretação. Os símbolos utilizados para representar elementos podem ser de duas formas: icônicos ou abstratos (cores, figuras geométricas); no entanto, a simbologia refletindo os fatos representados (símbolos icônicos) torna mais fácil a interpretação e leitura do mapa, não obrigando o leitor a consultar constantemente a legenda.

Material
Planta do bairro
Lápis e material de pintura





5. 1 Elaborar os mapas temáticos do bairro
Objetivo: Iniciar a discussão e elaboração de mapas temáticos
Material: As produções do tópico anterior, xerox da planta do bairro.
Desenvolvimento: Provocar discussões sobre a dificuldade em ler o mapa produzido, estimulando-os a criar soluções para o problema. A partir das soluções apresentadas, elaborar diferentes mapas, de acordo com o que se quer representar:
- Localização da escola e moradia dos alunos; - “Problemas do bairro”;
- Serviços;
Para tanto, os alunos deverão: - refletir sobre as categorias;
- decidir qual categoria utilizar neste ou naquele caso (ex. uma padaria é classificada como indústria ou comércio?);
- selecionar as informações mais relevantes;
- elaborar uma lista de símbolos para cada categoria;
- criar a legenda.

6.TRABALHANDO COM ESCALAS

Este tópico tem como finalidade a construção da noção de escala, sua relação com o que se quer representar, bem como a realização de cálculos de distância e área.
A escala de um mapa é a proporção constante entre a medida de um desenho ou plano e a medida real daquilo que é representado. Ela indica quantas vezes as dimensões do terreno foram reduzidas para serem representadas no mapa.
Através da escala podemos ter a noção real do espaço representado, tirar informações com relação a distância de percursos, comprimento de ruas e rios e área de espaços (municipal, rural, distrital etc).
A representação da escala pode ser de duas maneiras: gráfica ou numérica. Na escala numérica, por exemplo 1:50000 (lê-se um por cinqüenta mil), cada centímetro no mapa, equivale a 50.000 cm ou 500m na realidade. Quanto menor for o denominador (no exemplo 50.000), maior será a escala, portanto mais detalhes poderão ser representados. Assim, a escala 1:50.000 é maior que a escala 1: 5.000.000.
Na escala gráfica a relação real-representação é expressa através do desenho: um ou mais traços cujo comprimento é demarcado; assemelha-se a uma régua, cujas distâncias no mapa podem ser medidas através dela. As vantagens da escala gráfica estão na sua fácil leitura, permitindo a determinação da distância por comparação, e na sua manutenção quando da alteração do mapa original (redução ou ampliação por meio de xérox), já que esta continua válida.



Material
Planta de apartamento ou casa
Planta do bairro ou mapa do município
Lápis 
Régua
Barbante



Sugestões de Perguntas
  • Temos duas imagens de um mesmo jardim. Uma foto tirada de cima de um prédio e uma imagem de satélite.
  • Qual das imagens apresentam mais detalhes? Qual está em maior escala?
Hipóteses:
  • A de cima do prédio.
  • A do satélite

Atividades sugeridas para comprovação ou não das hipóteses levantadas
 
6.1. Observação de plantas
Objetivo: Perceber diferentes níveis de redução do tamanho real do espaço representado, o que acontece com a clareza dos detalhes de uma escala para outra e manutenção da proporção existente entre o tamanho dos diversos elementos apresentados no mapa.
Material: Plantas de apartamento ou casas (encontradas em anúncio) xerocadas em escalas diferentes (reduzidas e ampliadas).
Desenvolvimento: Trabalhar com a planta no sentido de compreender o que está representando. Feito isso, o professor deve conduzir a atividade para discussões do tipo: qual das plantas foi vista de uma distância maior? O que aconteceu com a clareza dos detalhes em cada escala? Que elementos deixaram de ser percebidos na redução?
 
6. 2. Medindo o representado
 
Objetivo: Realizar, a partir da escala do mapa, cálculos de área, distâncias percorridas e comprimento de ruas e rios.
Material: Régua, barbante, mapa ou planta (com escala)
Desenvolvimento: os alunos deverão realizar cálculos de percurso através da medição (com régua) do espaço representado no mapa e transformação para o real de acordo com a escala. Quando este traçado for sinuoso (um rio, por exemplo), a medida deve ser tirada com um fio (barbante ou linha) e posteriormente medido com régua. Diversos podem ser os cálculos realizados, como por exemplo: quantos quilômetros, ou metros, percorro para ir de casa para a escola? Quem mora mais perto da escola? Quantos metros ele percorre? Qual o comprimento da minha rua? E do córrego próximo à escola? Quantos quilômetros existem de São Carlos à Água Vermelha?
O cálculo de área pode ser feito de duas maneiras:
· pelo método das quadrículas: desenhando a área a ser calculada em papel milimetrado, contando o número de milímetros e posteriormente transformando em metros ou quilômetros quadrados.
· pelo método de decomposição de figuras: dividindo a área em figuras geométricas, calcula-se a área dessas figuras e depois soma-se.
Obs: repetir a questão proposta no início do tópico e verificar se as hipóteses continuam as mesmas. Observar as imagens impressas.


7.ORIENTAÇÃO ATRAVÉS DOS PONTOS CARDEAIS


A construção das noções espaciais relativas à orientação é fundamental, tanto para que o indivíduo possa se orientar no espaço onde se encontra, quanto para poder ler e interpretar plantas, cartas e mapas.
A forma mais comum de orientação na superfície da Terra é através dos referenciais chamados pontos cardeais e colaterais. Tais referenciais são definidos a partir do movimento aparente das estrelas e indicam direções, sentidos.
O Norte (N) e o Sul (S) apontam para os pólos terrestres e a direção Leste (L ou E) e Oeste (O ou W), corresponde à direção perpendicular (Norte-Sul). Os pontos colaterais, indicam direções entre dois pontos cardeais: Nordeste (NE), Noroeste (NO), Sudeste (SE) e Sudoeste (SO ou SW). 
Sendo os mapas, representações da superfície terrestre orientados através dos pontos cardeais, esse aprendizado torna-se uma competência necessária tanto para o leitor quanto para o mapeador que tem por objetivo elaborar um mapa passível de identificação e que possibilite a localização dos espaços e/ou elementos representados.
O trabalho com orientação através dos pontos cardeais e colaterais deve-se iniciar após as crianças considerarem a localização dos objetos uns em relação aos outros, independente do seu posicionamento, e a partir de atividades no espaço concreto de vivência do aluno, utilizando movimentações no próprio meio. 

Material
Mapa do bairro, município, estado e país
Tabuleiro confeccionado com cartela de ovos (nas partes salientes da cartela aparecem as letras de A a Z e os números de 1 a 6
Cartas contendo indicações de como se deslocar no tabuleiro


Sugestão de Questão
  • A escola está posicionada à sua frente e na direção norte (leste, oeste, sul, outras). Se você ficar de costas para a escola qual será a posição dela?
Hipóteses possíveis
  • Atrás de mim, direção norte.
  • Atrás de mim, direção sul.
  • Atrás de mim direção leste.
  • Atividades sugeridas para comprovação ou não das hipóteses levantadas
7.1. Jogo - “Aonde você chegou ?”

Objetivo: estabelecer relações projetivas.
Material: tabuleiro, cartas com indicação de deslocamentos, seguindo as direções direita/esquerda, para cima/para baixo.
Desenvolvimento: Cada criança ou grupo de crianças deverá possuir um tabuleiro e um conjunto de cartas em número suficiente, para que cada participante receba, no mínimo, uma carta. Distribuem-se as cartas entre os participantes do jogo. Um de cada vez lê as indicações de como se deslocar no tabuleiro, joga, constata onde chegou e confere se acertou. Ganha aquele que mais acertos obtiver.
Modelo de cartas:
  7.2. Jogo - “Aonde você chegou ?”

Partindo do ponto 4, ande:
  • 1 casa para a esquerda
  • 3 casas para cima
  • 2 casas para a direita
  • 3 casas para baixo
  • 1 casa para a direita
Aonde você chegou?
Resposta: 6
Partindo do ponto O, ande:
  • 2 casas para baixo
  • 1 casa para a esquerda
  • 4 casas para cima
  • 3 casas para a direita
  • 1 casa para a esquerda
Aonde você chegou?
Resposta: D
Objetivo: orientar-se através dos pontos cardeais e colaterais.
Material: tabuleiro, cartas com indicação de deslocamento e indicações norte, sul, leste, oeste, nordeste, sudeste, noroeste e sudoeste.
Desenvolvimento: Cada criança ou grupo de crianças deverá possuir um tabuleiro e um conjunto de cartas em número suficiente, para que cada participante receba, no mínimo, uma carta. Distribuem-se as cartas entre os participantes do jogo. Um de cada vez lê aas indicações de como se deslocar no tabuleiro, joga, constata onde chegou e confere se acertou. Ganha aquele que mais acertos obtiver.
Modelo de cartas:
Partindo do ponto 4, ande:
  • 3 casas para o norte
  • 3 casas para o oeste
  • 1 casa para o nordeste
  • 4 casas para o sul
  • 4 casas para o leste
Aonde você chegou?
Resposta: 6
Partindo do ponto N, ande:
  • 3 casas para o leste
  • 2 casas para o norte
  • 4 casas para o oeste
  • 4 casas para o sul
  • 3 casas para o nordeste
Aonde você chegou?
Resposta: J
Orientações no bairro ou município
Objetivo: construir noções de orientação em uma representação cartográfica, através dos pontos cardeais e colaterais.
Material: planta do bairro ou mapa do município, cartas contendo indicação de diferentes deslocamentos através dos pontos cardeais e colaterais.
Desenvolvimento: Cada criança ou grupo de crianças deverá possuir um mapa e um conjunto de cartas em número suficiente, para que cada jogador ganhe, no mínimo, uma carta. Distribuem-se as cartas entre os participantes do jogo. Um de cada vez lê as indicações de como se deslocar no mapa, joga, constata onde chegou e confere se acertou. Ganha aquele que mais acertos obtiver.
Modelo de carta:
  Partindo da escola, vá até:
  • o terceiro quarteirão a noroeste
  • o segundo quarteirão ao norte
  • o segundo quarteirão a noroeste
Aonde você chegou?

Jogo das sílabas





















Gabarito:


1- Alface

2- Beterraba, beringela

3- Arroz

4- Feijão

5- Batata, banana, bacalhau

6- Farinha

7- Queijo

8- Cebola, Cenoura,cereja

9- Chuchu

10- Maçã, Mamão

11- Pêra, pepino

12- Morango, moranga

13- Brócolis

14- Laranja

15- Abacaxi, amora, aveia, azeitona, abacate, ameixa, acerola, amendoim

16- Melão, melancia

17- Caqui, Carne, café, caju, cacau

18- Leite

19- Chocolate

20- Repolho

21- Tomate

22- Ovo

23- Uva

24- Salsicha

25- Goiaba

26- Figo

27- Limão, lima

28- Bergamota

29- Ervilha

30- Manga, mandioca

31- Pitanga, pimenta, pipoca, pimentão, pinhão

32- Milho

33- Gelatina

34- Vagem

35- Mamão

36- Batata

37- Bolacha

38- Moranga

39- Melão

40- Berinjela

41- Cebola

42- Abacaxi, amora

43- Pinhão, pitanga

44- Lima

45- Abacaxi, amendoim

46- Limão, lima

47- Melão

48- Vagem

49- Maçã, mamão

50- Cebola

51- Morango

52- Laranja

53- Repolho

54- Ervilha

55- Pipoca

56- Tomate

57- Batata

58- Gelatina

59-Abacaxi

60- Beterraba

Multilplicação

Eu tenho...quem tem...

COMPLETE AS PERGUNTAS COM MUITA ATENÇÃO.
FAÇA OS CÁLCULOS NA FOLHA DE CÁLCULOS NUMERANDO CADA QUESTÃO.

A. Eu tenho 15. Quem tem duas vezes o meu número ?
B. Eu tenho______. Quem tem meu número menos 12 ?
C. Eu tenho______. Quem tem meu número mais 21 ?
D. Eu tenho______. Quem tem meu número dividido por 3 ?
E. Eu tenho_____. Quem tem quatro vezes o meu número ?
F. Eu tenho_____. Quem tem meu número menos 24 ?
G. Eu tenho______. Quem tem meu número mais 8 ?
H. Eu tenho ______. Quem tem a sexta parte do meu número ?
I. Eu tenho _____. Quem tem sete vezes o meu número ?
J. Eu tenho 42. Quem tem meu número mais 39 ?
K. Eu tenho _____. Quem tem a nona parte do meu número ?
L. Eu tenho 9. Quem tem o triplo do meu número ?
M. Eu tenho ______. Quem tem meu número menos 13 ?
N. Eu tenho ______. Quem tem meu número mais 66 ?
O. Eu tenho ______. Quem tem a metade do meu número ?
P. Eu tenho _____. Quem tem meu número mais 2 dúzias ?
Q. Eu tenho _____. Quem tem meu número menos 4 dezenas ?
R. Eu tenho _____. Quem tem a terça parte do meu número ?
S. Eu tenho 8. Quem tem seis vezes o meu número ?
T. Eu tenho 48. Quem tem meu número menos o dobro de 4 ?
U. Eu tenho ____. Quem tem meu número menos a metade de 40 ?
V. Eu sou o último e tenho__________.

Trabalhando com poesia



Objetivos da atividade:

  • Explorar a poesia, sua melodia, seu ritmo, sua harmonia;
  • Transformar as palavras em imagens  - ilustrar o texto;
  • Dramatizar;
  • Estudar a gramática do texto;
  • Preposição de indicadora de posse;
  • Artigo definido e indefinido;
  • Adjetivação;
  • Substantivos derivados;
  • Denotação e conotação;
  • Produção de texto a partir do texto trabalhado;

Procedimentos

  • Comunicação e expressão
  • Ouvir e cantar a música
  • Ilustra-la
  • Registrar a melodia
  • Encena-la
  • Estudo do texto

Conteúdos avaliados

A idéia e uso da Preposição, artigo, adjetivo, substantivo, denotação e conotação sem a nomenclatura gramatical. Ex.

  • PREPOSIÇÃO

Da Vovó= preposição possessiva. Indica posse.


ARTIGO


A ou UMA


A (artigo definido)= a casa é dela.


UMA (artigo indefinido) = pode ser qualquer casa.

  • ADJETIVO

Palavras que servem para caracterizar as outras. Ex. as cadeiras são fofas, os lampiões de saudade.

  • SUBSTANTIVO SIMPLES E DERIVADO

Figo – Figada

  • DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO

A criança brinca com a boneca de tranças. (substantivo)

Vovó é criança. (adjetivo – sentido figurado)




Produção textual

O Peixe Pixote!

Desenhando com palavras

Colagem maluca

Desafio de uma letra só

Tu serias capaz de vencer o desafio que está sendo proposto? É o de escrever um texto, utilizando apenas palavras iniciadas por determinada letra. Use a imaginação e criatividade. Concentre-se! O desafio foi lançado! Se quiser, junte-se a um colega para realizar a tarefa em dupla. 






Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.
Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem
para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos.
Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes.
-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província.
Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
-Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
-Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando…”
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar…
Para parar preciso pensar.
Pensei!
Portanto, pronto pararei.

Sistema de numeração decimal

Atividades

Espero que sirva para o seu planejamento, mas não de uma simples cópia, pois cada grupo turma é único e deve ser respeitado na sua individualidade.